10 incríveis obras de arte feitas no Microsoft Excel

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Enquanto a maioria vê o Microsoft Excel como um amontoado de linhas e colunas em branco, outros veem como uma plataforma para levar sua arte para a vida.

Muitos conseguiram elevar o uso deste software de planilhas ( que a maioria de nós tenta evitar a todo custo ), a criação de obras de arte e recriações de nossos personagens favoritos de videogame, o Excel, finalmente foi utilizado para o bem, ahuhuhuh

Abaixo, reunimos 10 incríveis obras de arte feitas no Microsoft Excel.

1. Arte japonesa por Tatsuo Horiuchi
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Depois de assistir a seus colegas de trabalho usando o Excel, artista japonês Tatsuo Horiuchi de 74 anos de idade, começou a experimentar o software, projetou belas obras de arte tradicional japonesa.

Quando ele entrou e ganhou um concurso Excel em 2006, seu trabalho recebeu atenção e fez o seu caminho em torno da web.

2. Mona Lisa

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Pintura mais famosa do mundo por Leonardo da Vinci ainda parece impressionante em forma de Excel. Amit Agarwal utilizou Excel para converter automaticamente imagens para pixel art.

3. Avatar

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Não deixe esta planilha enganá-lo. Como Mona Lisa acima, esta cena do filme de ficção científica do Avatar foi gerado com um gerador no Excel.

4. Desenhos por Danielle Aubert

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Os projetos acima foram publicados no artista Danielle Aubert no Microsoft Excel. Aubert diz que seus “desenhos foram criados por mudar as preferências de células para a cor de fundo, estilos de preenchimento de padrão e de fronteira, e de vez em quando da inserção de caixas de” comentário “e as letras ou palavras.”

5. Nyan Cat

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Nyan Cat é um vídeo do YouTube, um meme Internet e agora uma planilha do Excel. Na imagem acima, Imgur usuário Michelleasaurr recriado o gato dos desenhos animados famosos com uma cereja Pop-Tart corpo voando pelo espaço sideral.

6. Super Mario Bros.

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Aqui está um outro esboço impressionante pelo usuário Imgur Michelleasaurr. Esta cena do popular jogo do Super Mario Bros., da Nintendo, foi criado inteiramente no Excel.

7. Presidente Obama

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Excel pode criar belos retratos de seres humanos, também. Katak888 da Indonésia usou pixel art para retratar um retrato repleto de detalhes do presidente Obama.

8. Batman

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Super-herói de ficção favorito de todos vem à vida neste esboço Excel. Katak888 usou o Excel para recriar Batman balançando em uma corda, enquanto vestindo sua capa icônica e máscara.

9. Pikachu

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Pikachu, uma das mais famosas e adoráveis ​​criaturas de Pokémon, é mostrado nesta planilha de excel por Imgur VagabondGiraffe.

10. Grand Theft Auto

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Artista chileno Felipe Velásquez, que atende por Shukei, fez um hobby de sua arte no Excel. Shukei criou inúmeras ilustrações, e gravou o seu processo de como criá-las em seu canal no YouTube.
Este artigo foi adaptado do original, “10 Incredible Works of Art Made in Microsoft Excel”, do Mashable.

Casa 30 despede-se à Bragantina

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Após 2 anos de atividades, a Casa 30, fecha as portas com chave de ouro. E quem começou quebrando tudo, foi do time da casa, a banda Ranho, com Thrash Metal sujo e direto. Colocaram todos para pular em minutos. Molecada da pesada e com sede ao pote, fizeram em 15 minutos, o que muitos não fazem em 1 hora, espetáculo.

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Na sequência, continua com outro time da casa, só que desta vez com os veteranos do Leptospirose, Trio de HC formado em 2001, com influências que vão de Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Iron Maiden, DK, Black Sabbath e uma porrada de outras bandas, o Leptospirose ateou fogo, com canções dos homônimos Aqua mad max e Tatuagem de coqueiro, simplesmente contagiante.

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Logo vieram os finlandeses do Kovaa Rasvaa, o quarteto com som apocaliptico, tradicional do punk finlandês, arrebentou em todos os sentidos, com presença de palco impressionante, a vocalista muito carismática, contagiou todos em poucos segundos.

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Para encerramento da noite, outro quarteto, também da Finlândia, o Kuolema, juntava velocidade do HC a fúria do baterista com perfeição.Destaque para o vocalista, que a adorou tanto a Ecobier , que não parava de falar da santa cerveja.Lembrando que a casa 30 encerrou as atividades, mas o coletivo casa 30 continuará na ativa, aguardamos ansiosamente outros shows.
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Conheça as bandas:

Casa 30 despede-se à Bragantina

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Após 2 anos de atividades, a Casa 30, fecha as portas com chave de ouro. E quem começou quebrando tudo, foi do time da casa, a banda Ranho, com Thrash Metal sujo e direto. Colocaram todos para pular em minutos. Molecada da pesada e com sede ao pote, fizeram em 15 minutos, o que muitos não fazem em 1 hora, espetáculo.

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Na sequência, continua com outro time da casa, só que desta vez com os veteranos do Leptospirose, Trio de HC formado em 2001, com influências que vão de Arrigo Barnabé, Itamar Assumpção, Iron Maiden, DK, Black Sabbath e uma porrada de outras bandas, o Leptospirose ateou fogo, com canções dos homônimos Aqua mad max e Tatuagem de coqueiro, simplesmente contagiante.

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Logo vieram os finlandeses do Kovaa Rasvaa, o quarteto com som apocaliptico, tradicional do punk finlandês, arrebentou em todos os sentidos, com presença de palco impressionante, a vocalista muito carismática, contagiou todos em poucos segundos.

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Para encerramento da noite, outro quarteto, também da Finlândia, o Kuolema, juntava velocidade do HC a fúria do baterista com perfeição.Destaque para o vocalista, que a adorou tanto a Ecobier , que não parava de falar da santa cerveja.Lembrando que a casa 30 encerrou as atividades, mas o coletivo casa 30 continuará na ativa, aguardamos ansiosamente outros shows.
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Conheça as bandas:

João Paulo Martino , mestre em história, fala de sua vida de escritor

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1-Quem é João Paulo Martino?

Formado em história pela Universidade de São Paulo, fez posterior mestrado em História da República, defendendo tese sobre a Revolução Constitucionalista, mais conhecida como a Revolução de 1932.

2-Quando a literatura começou a fazer parte de sua vida?

Desde muito cedo me interessei pelas palavras e pela literatura, mas foi a partir do colegial que comecei escrever alguma coisa. Naquele tempo a prefeitura de Atibaia organizou um concurso literário, participei e fui classificado. Creio que foi em 1986 ou 1987.

O concurso foi um estímulo. Na mesma época organizei um jornalzinho literário chamado Novos Tempos, na base do xerox, difícil era dinheiro para postar, mas foi bastante interessante pois tomei contato com vários escritores alternativos que se correspondiam comigo.

3-O que levou você a cursar História?

No último ano do colegial fui estudar no Objetivo em São Paulo, era tipo um cursinho junto com o ultimo ano. Lá tive contato com uma excelente professora de Geografia que muito me influenciou para a área de humana. Fiquei até na dúvida se faria Geografia ou História, mas logo percebi que meu interesse era a História mesmo. Entrei na USP em 1989, o ano do bicentenário da Revolução Francesa.

Naquele ano também tivemos a primeira eleição para presidente após a ditadura. Foi muito bacana.

4-Fale um pouco sobre seu livro sobre a revolução de 1932 – São Paulo em Armas?

 O livro é o resultado de minha tese de mestrado sob a orientação do professor Edgard Carone. Neste trabalho procuro evidenciar as diferentes visões sobre o assunto. O que foi na verdade a Revolução de 1932? No trabalho não respondo nada, apenas dou alguns elementos para que o leitor se situe e tire suas conclusões. O professor Carone foi um grande nome entre os historiadores brasileiro, sempre teve muita paciência comigo, ensinando a pesquisar, a questionar as fontes, sou-lhe muito grato pelo incentivo.

5- Que espaço a literatura ocupa no seu cotidiano?

Trabalho com livros usados e gosto de ler. Separo sempre alguns momentos do dia para a leitura. Prefiro história e biografias, ficção leio pouco, não que não goste, é por falta de tempo mesmo.

6- Que livro os brasileiros deveriam ler com extrema urgência?

Há tantos livros que o brasileiro deveria ler com extrema urgência. Aqui no sebo, cada vez que me perguntam uma indicação eu fico até meio sem jeito, pois as pessoas pedem alguma referência de livros, mas não querem sair do que já estão acostumadas. Mas eu poderia dizer que lessem Casa Grande e Senzala do Gilberto Freire e História econômica do Brasil de Caio Prado Jr. , já é um bom começo para se entender o nosso país.

7-Como é seu fluxo de trabalho como escritor?

Não sou um escritor disciplinado, vou fazendo leituras de temas que me interessam, as vezes dá para escrever alguma coisa sobre o assunto. No momento estou pesquisando e lendo sobre a revolução de 1924 em São Paulo.

8- 5 livros, 5 filmes que deveríamos ler/assistir antes de morrer?

Filmes:

A festa de Babette, Uma cidade sem passado, Cinema Paradiso, Ladrões de bicicleta, Parente é serpente. Você falou em cinco filmes mas tem um filme japonês dos anos 50 chamado “24 olhos” , merece também entrar na lista.

Livros:

As veias abertas da América Latina de Eduardo Galeano, Os protocolos dos sábios de Sião, Hiroshima de John Hersey, Dom Quixote de Miguel de Cervantes, A luneta mágica de Joaquim Manuel de Macedo.

9- Que defeito é capaz de destruir ou comprometer um livro?

O autor ser um chato de marca maior. Pegue um tema interessante quando escrito por um cara chato, é uma desgraça completa. Eu lembro que quando estava no colegial eu tinha lido um livro muito curioso sobre a Idade Média do Ivan Lins (não se trata do cantor, mas de um homônimo). Pois muito bem quando entrei no curso de História já fui fazer História Medieval I. O professor indicou dois livros : História Medieval do Jacques Hers e um outro de História Antiga do Paul Petit. Os dois autores pareciam que tinham estudado pela mesma cartilha, pois os livros eram uma sucessão de datas e fatos que desinteressavam qualquer um. Autor chato sempre aborda um assunto do jeito mais cacete possível, fica se pegando em bobagens, não têm remédio.

10-Dica para os marinheiros de primeira viagem? Como começar a escrever com estilo? Se possível, indique uma gramática ou livro que inspire a escrever.

Escreva sobre assuntos que lhe interessam, leia bastante (sempre ajuda). Procure retratar assuntos que lhe toquem de alguma forma, seja sincero no que escreve, o estilo vai surgir naturalmente com o tempo. Não se preocupe muito com as críticas, sempre há gente que gosta e que não gosta do que você fizer, seja escrevendo ou fazendo qualquer outra coisa. Lembre-se que você não tem obrigação de agradar todo mundo.

Livros do escritor:
1932 – São Paulo em Armas! [eBook Kindle]
Rua da Saudade [eBook Kindle]
Monarquia x República [eBook Kindle]

O Holocausto Brasileiro, ceifou 60 mil vidas no hospital Colônia

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O que você faria se fosse enviado a um manicômio? Por fazer bagunça na rua, enquanto criança, ou se tivesse epilepsia, fosse homossexual ou se ainda fosse esposa traída e esta seria a sentença mais justa por tal “pecado” ou tal “desagrado”, a sociedade, ser deixado a sorte no manicômio.

Parece história de filme de terror? Não foi um filme de terror, foi o holocausto brasileiro, no período de meio século (entre 1930 a 1980) morreram mais de 60 mil pessoas, no antigo Colônia, hospital psiquiátrico em Barbacena – Minas gerais. Morreram através do descaso, de eletrochoques, lobotomia, tristeza, frio, fome e deixaram de ser pessoa, perdendo história, nome, lembranças, todo o conjunto cultural, intelectual e social que torna um indivíduo em alguém.

Hospital que foi construído na antiga fazenda da Caveira pertencente ao delator Joaquim Silvério dos Reis, para quem não se recorda, foi o responsável por entregar Joaquim da Silva Xavier (Tiradentes) a sentença de morte. Tantas coincidências, que fazem o Colônia tornar-se um pesadelo real e implacável, para as vítimas e para o que sobrou de suas famílias. Apenas 20% de seus pacientes possuíam deficiência mental, o restante eram presos políticos, filhas de fazendeiros que perderam a sua virgindade, alcoólatras e órfãos e tudo que a sociedade achasse que fosse má sorte ou empecilho para “Ordem e Progresso” de nosso país.

Estive hoje num campo de concentração nazista. Em lugar nenhum do mundo, prestigiei tragédia como esta ( Franco Basaglia – psiquiatra italiano)

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Banhos frios de madrugada, pessoas andavam nuas ou com trapos, sem amparo, comendo lavagem e até ratos, bebendo água do esgoto, dormindo em camas de capim, dormindo abarrotados, para se aquecer ou para morrer pisoteados com a superlotação. Até a Revista Cruzeiro tentou, mas não conseguiu mostrar os acontecimentos no Colônia, abafada pelo regime militar, conseguiu pouco êxito com o artigo e as fotos.

Infelizmente foram ceifadas inúmeras vidas, historias e pessoas que tinham o direito de viver dignamente, aos que desejam conhecer mais adquiram Holocausto Brasileiro e lembrem-se de que “não moramos num país tropical abençoado por Deus”.

Livro Holocausto Brasileiro  de Daniela Arbex

Churumi, Punk Rock Perdoense direto da Moagem

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Depois de serem infectados por chorume, substância proveniente do lixo, este duo Perdoense, adquiriu superpoderes para tocar, um punk pesado, que flerta com HC e com Crust. Nossos super-heróis da Moagem (antiga indústria de químicos, que foi lacrada por irregularidades) são os únicos a prosseguirem tocando na cidade que foi conhecida por ter inúmeras bandas e festivais, vida longa ao Diego e Bode Macabro.

1-Quando e como surgiu o Churumi?

Diego e Bode Macabro -Estávamos reunidos ouvindo música eu, Bode e o Zulu injuriados pelo fato da cidade não nos proporcionar algo diferente…o bode tinha acabado de comprar a batera e decidimos fazer a desgraceira e deu nisto..kk

2-Como é tocar em uma cidade que não tem bandas?

Diego e Bode Macabro -Pra começar e difícil tocar em Perdões!!!..mas quando a gente consegue, a gente toca nosso som…o estilo é pouco conhecido, fica difícil o entendimento das pessoas!!!afinal a cidade só conhece o que está na mídia!!!!

3-Quando vocês descobriram que deveriam tocar como duo?

Diego e Bode Macabro -Quando o Zulu começou a usar crack..kkkkk…brincadeira…o Zulu desanimou, não queria ensaiar, na época estávamos empolgados e ele estava com outro pensamento, então ficamos só nos mesmos. O que gerou outra característica, outras formas de compor formando assim uma dupla crust de bebuns..kkkk

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4-Quanto a questão de equipamento, qual a solução para tocar sem grana?

Diego e Bode Macabro -E só ter um parente com o nome limpo!!!..kk..fazer bastante hora extra…parcela a perder de vista!!!!…melhor se foder pagando do que pegar emprestado!!’..kkk

5-Qual a sensação de ensaiar sem as paredes de uma garagem/estúdio?

Diego e Bode Macabro -É bacana, achamos melhor, nada contra quem ensaia em estúdio, mais tranquilo, os amigos podem vir aqui fazer um som também, assistir e conversar…mesmo tendo um equipamento ruim com microfonia, preferimos assim mesmo.

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6-Qual foi o impacto com a mudança de formação, anteriormente a banda era um trio?

Bode Macabro – A gente nunca teve essa preocupação se o som estava diferente pouco importava, sei lá……talvez o grave do som…pra fala a verdade nunca deixou de ser um trio. O Diegão vale por dois.,kkkk

7-Qual a relação do trabalho com a composição das canções?

Diego e Bode Macabro -É da onde a gente tira mais inspiração.
Somos peões de certa forma nas nossas profissões vemos coisas e ideias que somos totalmente contra, e não só a profissão mas também a cidade que e uma bosta, aí chega final de semana nos unimos e tome barulho pra soltar a raiva.

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8-Diz aí, 5 livros/HQ’s, 5 filmes e 5 discos favoritos que você levaria para uma ilha deserta?

 Livros

Forest Gump o contador de histórias.
Dibs em busca de si mesmo.
Volúpia.
O papa negro.
Mitologia. A origem dos símbolos.

 Filmes

Código de conduta.
Mazzaropi o jeca contra o capeta.
O monstro do armário.
O ataque dos pneus assassinos.
O lobo de Wall Street.

 Discos

Amado Batista – Seresteiro das noites.
Isabella Superstar – Provocações por minuto.
Napalm death -Scum.
Sir Lord Baltimore.
Luiz Gonzaga – Millenium.

9-Qual mensagem/conselho você deixaria aqui para bandas iniciantes? De que forma podem produzir seus discos e divulgá-los?

Diego e Bode Macabro – Faça por gosto, por prazer, sem preocupação em agradar os outros. Grave demos e jogue em blogs pra tentar conseguir shows e conhecer gente nova….muito obrigado ao duofox pelo espaço dado ao HC Moagens.

Mais informações na fanpage do Clint Eastwood e Charles Bronson






The Warriors – Os Selvagens da Noite e a influência no Punk paulistano

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the-warriors-duofox-2Agora vem uma grande responsabilidade, fazer uma resenha sobre um filme que assisti uma dezena de vezes, inclusive um filme de 79 que todos gostam, até meu pai gosta deste filme, olha que é difícil cair na graça do velho.

O filme começa com os Warriors indo para uma reunião com Cyrus, o chefe da gangue mais casca-grossa de Nova York, o Gramercy Riffs, convoca todas as gangues da região, pedindo para enviarem nove representantes desarmados para uma reunião.  A ideia de Cyrus é unificar todas as gangues em apenas uma, forte e mortal o suficiente para dominar a polícia, mas durante o discurso, sofre um atentado e os Warriors são equivocadamente acusados por Luther, líder dos Rogues e verdadeiro assassino do líder dos Riffs.

O líder dos Warriors é assassinado no confronto e com a chegada dos tiras, a saída mais inteligente é atravessar todo o território do Bronx e Manhattan, para voltar a Coney Island, escapando da polícia e de outras gangues que querem caçá-los para colocarem os troféus na sede de cada gangue (claro que estes troféus são as cabeças dos Warriors).

No meio da noite, a corrida contra o tempo para fugir e enfrentar outras gangues para chegar a salvo em seus território.
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Apesar de serem caçados, existe uma rádio dando coordenadas no meio do caminho (Nem existia GPS, mas a rádio era o sonar dos caras), os Warriors mesmo com algumas baixas, conseguem dar conta de outras gangues no caminho.

Em resumo, Warriors, Os Selvagens da Noite, é um filme muito interessante que mostra a força das gangues e que teve grande importância para cena Punk de São Paulo. Bandas como Ratos de Porão, Inocentes, Restos de Nada acreditavam piamente o estilo de vida das gangues era punk, mas com o passar do tempo esta perspectiva foi equivocada por falta de informações a respeito do movimento na época. Porem foi de importantíssimo para o início do movimento.