Desisto Lança single Agonia

O trio Desisto lança seu primeiro single nas principais plataformas de streaming:
“Agonia”. A música começou a nascer um uma noite triste na pandemia quando Drean
Marques começou a tocar guitarra e a música surgiu naturalmente ainda sem a letra.

A música, a princípio não foi feita para fazer parte do Desisto, mas Drean mostrou para
a banda e ela acabou fazendo parte do repertório. Padovani’s Death colocou a linha de baixo e
Urso Restivo Junior fez a letra, que segundo ele: “Agonia é um suspiro em forma de grito, é
uma fala pandêmica de um homem gay, que além de ter de passar por um dos piores
momentos da história, ainda dá de cara com um relacionamento abusivo, o que o faz buscar o
“NÃO”, existente em seu interior, o não, que é uma luta por si mesmo, o não, que é a sua
tábua de salvação.”

O single foi produzido pelo Drean e gravado/masterizado em seu estúdio Voyage Casa.
Que por ser um estúdio de áudio/visual também fez o vídeo.
O Vídeo gravado no icônico Digiclub de Mogi que iria mudar de lugar, então eles
aproveitaram para registrar a música neste lugar histórico da cidade.

Ouça Agonia: https://youtu.be/WY7SbE5DAYg

Sobre Desisto
A banda Existe desde 2016, mas em sua atual formação estão: Drean Marques –
Guitarra, Padovani ́s death – Baixo, Urso Restivo Jr – Voz e linhas eletrônicas
Com o objetivo de apresentar uma estética visual e em música de mistura de ritmos
brasileiros, dançantes, eletrônicos e também rock.

O Desisto é uma banda que traz em seu nome a não conformidade com as relações
padronizadas, inclusive musicais. E tem se direcionado em diálogos dessa natureza, com
relações pessoais (turbulentas ou bem quentes), com temáticas bastante abrangentes,
inclusive LGBT…

A ideia é se comunicar musicalmente sem limites ou máscaras.

Formação:
Drean Marques – Guitarra e linhas eletrônicas
Padovani ́s death – Baixo
Urso Restivo Jr – Voz

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Tolstói, Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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