Mezatrio lança terceiro disco, “Centrípeto”

Formado há quase 20 anos em Manaus, o Mezatrio mostra a maturidade de seu som com o novo álbum, “Centrípeto”. O trabalho é o terceiro disco completo do grupo, originado como um trio e agora um quinteto com integrantes em três regiões do Brasil. Se os músicos buscam maior abrangência e circulam por diferentes cenas e estados, o álbum faz o caminho inverso. As canções voltam-se para si mesmas, enquanto melodias, arranjos e letras bem trabalhados ao longo das suas 14 faixas. “Centrípeto” chega a todas as principais plataformas.

Ouça “Centrípeto”: https://smarturl.it/CentripetoMezatrio

O título do disco atesta sua busca pela essência da música, da poesia e da canção como um todo. Os arranjos bem encorpados não mascaram o que fica no centro de cada música: boas canções sobre a passagem do tempo, o início e fim dos ciclos, despedidas e desamores. O DNA rock do Mezatrio, presente desde o começo, ganha novas nuances ao se encontrar com tons de indie, brit pop e música brasileira.

“Centrípeto” vem para somar à trajetória iniciada em 2004. Dissidentes da banda Volúpia, Paulo Lins (vocal/guitarra) e Silvio Neto (baixo) decidiram montar um power trio com guitarras distorcidas e letras recheadas de sentimentalismo, e convidaram Alexandre Lins (bateria). Atualmente, a banda conta com Paulo e Alexandre, além de Augusto Rodrigues na guitarra, Diego Froner no baixo e Gustavo Machado também como guitarra e voz.

O primeiro álbum, autointitulado, foi lançado em 2007. O segundo, “O Topo do Nada”, viria em 2014. A banda também conta com dois EPs e participou de cinco coletâneas. Foi o suficiente para chamar atenção da crítica especializada e dividir o palco com grandes nomes da música independente nacional. Além disso, o grupo foi vencedor na categoria de Melhor Clipe de 2013 do prêmio Manifesto Norte, com o vídeo de “Qualquer Um”, além de ter seus dois discos indicados na categoria de Melhor Álbum de Indie Rock do Prêmio Dinamyte.

O Mezatrio vem circulando pelos festivais independentes desde 2005, com participações no Dínamo Palooza e Fora do Eixo (São Paulo – SP), Oi Novo Som (Rio de Janeiro – RJ); Calango (Cuiabá-MT); Se Rasgum No Rock (Belém -PA); Varadouro (Rio Branco-AC); Casarão (Porto Velho – RO); Bananada (Goiânia – GO); Sesc Fest Rock e Tommarrock (Boa Vista – RR); Até o Tucupi, Arena Rock Festival e Grito Rock (Manaus – AM); além de diversos shows em outras cidades, circulando por 11 estados brasileiros, em quase todas as regiões do país.

Agora, o Mezatrio está pronto para uma nova fase, mostrando estar em ótima forma criativa. Os trilhos que são a espinha dorsal da arte de capa entregam que o grupo convida a uma viagem musical para refletir sobre os dilemas atuais, dialogando com questões como a solidão e a saúde mental, as incertezas diante do futuro e as mudanças constantes da vida. Levando a sério a máxima que diz que a jornada vale mais que o destino, a banda entrega um álbum capaz de embalar diversos capítulos dessa história. “Centrípeto” já está disponível para streaming.

Ficha técnica

FAIXAS:
01. Seu Amor De Volta Por R$100,00
02. Não Vamos Apagar
03. O Tempo Acabou
04. Pôr
05. Momento
06. Avalanche
07. Nossa Sorte
08. Imperfeito
09. Irreparável
10. Carros
11. Longe
12. Montanha-Russa
13. Verde
14. Precoce

MEZATRIO:

Alexandre Lins – Bateria
Augusto Rodrigues – Guitarra
Diego Froner – Baixo
Gustavo Machado – Guitarra E Voz
Paulo Lins – Voz E Guitarra

Em “Seu Amor de Volta por R$100,00”, “Não Vamos Apagar”, “Avalanche”, “Montanha-Russa” e “Precoce”, teclado por Mauro Lippi Em ‘’Seu amor de volta por 100 reais’’, trompete por Agildo Barbosa e trombone por Luciano Dias.

Produzido e mixado por Bruno Prestes, gravado nos estúdios Ákaros, Supersônico e Sala do Sussurro. Masterizado por Fernando Sanches no Estúdio El Rocha (SP).

Direção de arte e projeto gráfico por Diego Menezes

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Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Tolstói, Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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