Delay – Matias Picón expo individual na galeria Choque Cultural

Neste último sábado 13/05/17, podemos prestigiar a exposição individual de um dos artistas mais queridos deste blog. Matias Picón é um artista uruguaio, radicado em SP, com uma pegada que mescla arte urbana, estêncil, colagens, serigrafia, desenhos e letraset. Com referências que vão além do dadaísmo, cubismo, música e fanzines, traz nesta exposição: Matias Picón – Delay, telas inéditas com colagens e temáticas super interessantes.

Delay – Matias Picón expo individual na galeria Choque Cultural
Abertura: dia 13 de Maio, das 11 às 17 horas.
A exposição segue até 30 de Julho.
Endereço: Rua Medeiros de Albuquerque 250, Vila Madalena-SP

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O Inimigo, Futuro e Leptospirose na Associação Cultural Cecília

Neste último sábado, 13/05 podemos prestigiar a quebradeira na Associação cultural Cecília, com os garotos bragantinos do Leptospirose, que é aquele tipo de banda que ao primeiro momento você acha que é hardcore, mas depois transforma-se em uma sopa de ritmos, (metal, punk, garagem, Arrigo, Hermeto, The Who, King Crimson etc.). Sinceramente, se começarmos a falar do Leptospirose e o que eles representam para nossa cena local no interior de SP, abriremos uma torneira de adjetivos. Espetacular sempre.

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Na sequência O Inimigo com aquele som característico Washington DC anos 80, numa levada Embrace, Dag Nasty e Rites of Spring, excepcional. Galera cantando junto, lance bonito que só o HC tem, dispensa comentários. Nota importantíssima para o novo vocal Wellington Marcelo, o garoto detona. Ótima escolha para substituir o grande Kalota, showzaço!!!!

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inimigo

Para fechar a noite o Futuro, banda formada por integrantes do Ordinária Hit e I Shot Cyrrus, tocando um HC com uma sonoridade bem peculiar, sentimos falta da Rickenbecker do Pedro, no entanto, fizeram um grande show com repertório do novo disco: “Hábitos Ruins”.Garage dos anos 60 com punk dos anos 80. Agradecimentos a todos envolvidos na organização, às bandas e a todos que compareceram.

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MUMIA 2 – Feira de Publicações, Impressos e Artes Gráficas

Neste último domingo, prestigiamos a MUMIA 2 – Feira de Publicações, Impressos e Artes Gráficas, que rolou na Casa Lebre (Se vocês ainda não conhecem, #ficaadica). A Mumia é uma feira de publicações, impressos e artes gráficas, que visa o intercâmbio de artistas e editoras independentes da região, fortalecendo a produção local e formando novos públicos consumidores de conteúdo cultural alternativo, idealizado pelo Selo Bigato.

A boa nova da Múmia é a proposta de feira itinerante, e nesta segunda edição ocupa o espaço da Casa Lebre, lugar criativo recém-nascido na cidade.Agora com dois dias de encontro entre artistas e coletivos da região e outras cidades como São Paulo e Campinas. Destaques para o projeto Robusta, de Amanda Andrade e Caroline Gaspar, que fala da experiência feminista através do desenho e da pintura, e para o lançamento do fanzine coletânea de quadrinho “GAVETA” pelo selo Bigato.

Além disto tudo, o Duofox participou com duas publicações, Take Sessions (fanzine de poemas) e com o Fanzine com alcunha do próprio blog, com artigos mais lidos neste 3 anos de vida.Uma parceria entre o Selo Bigato e o Blog de jornalismo cultural Duofox, que contou com o projeto gráfico do Daniel Lima.No fim de cada dia, rolou uma intervenção sonora com os projetos musicais DEATHBED (noise/SP), Animal Cracker (lofi/SP) e dj set de Marcos Leite (Tigre Dente de Sabre).

Confira a lista de artistas e coletivos participantes:

– Bigato
– Beatriz Navarro
– Matias Picón
– Malu Kawasaki
– Bia Raposo
– Projeto Robusta
– Marina Salles
– Mayra Vasconcellos
– Coletivo Prensado
– Coletivo CSPM
– Luana Geiger
– Dave Mambera
– Robson Helton
– Charles Paixão
– Daniela Moraes
– Bruno Covo
– Tiago Ots
– Editora Urutau
– Coletivo Garapa
– Talita e Walter
– Marcelo Delduque

Já estamos com saudade, aguardamos novas edições da Múmia, agradecimentos ao Selo Bigato, Casa Lebre, Editora Urutau e a todas as outras pessoas que puderam colaborar com o projeto.

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1ª Edição do Sarau Tapa contou com Palco Aberto, Exposições e muita música

Neste último domingo ensolarado, podemos prestigiar a 1ª Edição do Sarau Tapa, que contou com inúmeros artistas locais e da região bragantina. E quem chegasse poderia dar uma palhinha, teve dança com Carlos Andrés e Gabrielle Silva, exposições Com Tiago De Lira, Alexandre Beraldo e Nayra Rocha, jogo de tabuleiro sobre Bom Jesus dos Perdões com Chico Moraes, música com as bandas: Churumi, Amarildo & Cia, Freedom Sense, Banda RND, Reallize, Gustavo Barros, Bodão Hubner, Rockbeats & Alvabeats, Embrião Collacto, Zé e Lilli, Alvabeats, Banda sem nome, Folk Como Ocê Gosta.Agradecimentos a comissão organizadora TAPA, ao Daniel Caribé pelo espaço e  ao todos que puderam comparecer tornando a festa muito bonita, que venham os próximos!!!As ações são mais eficazes que as palavras, confiram!!!

Klatu lança novo álbum – Que Seja Infinito Enquanto Vivo

Klatu é banda paulistana da nata, formada por Carol Arantes e Leco Peres, e atuando no cenário independente desde então, Klatu já reúne em sua discografia os álbuns “Em Busca Do Rock Infinito” (2008), “Um Pouco Mais Desse Infinito” (2013) e, em breve, “Que Seja Infinito Enquanto Vivo” (2017), obra conceitual que chancela a trilogia da banda que trata do tema ‘rock infinito’.

As influências não poderiam ser melhores, de “Tommy” (TheWho), “Dark Side of The Moon” (Pink Floyd) e “Clara Crocodilo” (Arrigo Barnabé), o novo álbum resgata o conceito de ópera-rock construindo uma epopeia sonora que critica as ideias padronizadas, as emoções massificadas e as personalidades automatizadas, intituladas pela banda como a ‘zumbização’ da sociedade.

Klatu

Cronistas sociais de seu próprio tempo

Os criadores da Klatu convertem sua resiliência musical em uma empreitada distante rótulos e que vê no ‘rock infinito’ sua principal forma de manifestação.Valendo-se de recursos musicais para construir a narrativa do protagonista da história, as dez faixas de “Que Seja Infinito Enquanto Vivo” misturam ficção e realidade no contexto e dilemas e conflitos do mundo de zumbis em que vive.

A saga é contada através da rememoração de temas e melodias

Com arranjos operacionais e letras pontuais, sob a voz peculiar de Carol Arantes. Contemporâneo em suas metáforas e atemporal em seus discursos, o grupo, que já se apresentou em diversos SESCs, festivais e que participou da trilha sonora do filme “As Melhores Coisas do Mundo” (Laís Bodanzky, 2010), gravou seu terceiro disco no estúdio Lab Mancini em São Paulo, com produção de Daniel Iasbeck (Exxotica, Secos & Molhados, ZoomBeatles), mixagem/ masterização de Raphael Mancini e arte visual de Adriano Ticiano e Leandro TG Mendes.

“Que Seja Infinito Enquanto Vivo” vem ganhando destaque e resenhas nos sites Fritz Molotov, Anexo Livre, Music Drops, Zona Autoral, Sopa Cultural, KultMe e blogs variados. Com sua bagagem permeada por ousadia e experimentalismo, Klatu pretende distinguir-se de lugares-comuns gerados pela mídia massiva para, assim, conectar –se com mentes e corações demasiadamente humanos que ainda tenham ouvidos para (de fato) ouvir.

SLSD lança o EP Olhos Abertos, Bocas Fechadas

SLSD – Olhos Abertos, Bocas Fechadas, (SLSD é a abreviação pra Sem Lenço Sem Documento), lança seu primeiro EP com 6 faixas, com uma premissa existencial do cotidiano de qualquer pessoa.

Para que converter o cotidiano em melancolia?
SLSD também não sabe, mas foi a única forma de transformar toda a angústia juvenil em ‘’gritos‘’ de liberdade.

Apostando em uma sonoridade que alterna entre a delicadeza e a explosão ,eles trazem para o mundo seu primeiro trabalho: Olhos Abertos, Bocas Fechadas. A sonoridade lembra uma vibe anos 80 ( que tem sido explorada por algumas bandas, tais como, Homeshake e Mac DeMarco) , com bastante chorus e guitarras etéreas, mas tudo isto misturado com uma cozinha bem dançante.

Foi produzido por Marco Bueno e Gabriel Bueno (que é o compositor,criador e vocalista do projeto) e lançado pelo selo Umbaduba Records, de Porto Alegre.
Que tal sentir um pouco a pegada da garotada? Se estiver pronto aperta o cinto e dá play!

*Ps: A primeira faixa tem uma letra… confiram!!!

Cara Amarrada

To cansado desse tenis
To cansado dessa calça
Da minha cara amarrada

Não aguento mais esse “troço”
De revestir com amor o nosso ódio-próprio
Deixei na frente de casa

Ah, nem adianta insistir
Que eu não te de razão pra chorar
Estou a ponto de explodir
E essa cidade também, nos sufoca demais

Não aguentava mais esses caras
Que achavam que sabiam de tudo
Mas ninguém sabe de nada

Tava cansado desse filme
Que parecia que teria um final triste
Joguei uma água na cara…

Ah, nem adianta insistir
Que eu não te de razão pra chorar
Estou a ponto de explodir
E essa cidade também, nos sufoca demais