Heitor Mendonça lança “Janelas de Vidro”

 
 
O  músico sergipano Heitor Mendonça, lançou seu novo single em todas as plataformas de streaming musical, a canção Janelas de Vidro, que faz parte do novo álbum de músicas inéditas, de nome homônimo, que o artista produziu durante essa pandemia com recursos da Lei Aldir Blanc, e que será lançado aos poucos, através de uma série de singles que o artista pretende disponibilizar ao mundo até meados de 2022.
 
A ocasião se torna ainda mais especial pois foi também o lançamento do primeiro videoclipe do artista, produzido especialmente para essa música em parceria com o projeto Fusconautas e que foi dirigido por sua irmã, a premiada cineasta Carol Mendonça, e conta com as participações mais que especiais do seu filho, João Heitor, e do seu pai Maestro Muskito, além dos talentosos músicos que acompanham Heitor nesse disco, o produtor musical e arranjador James Bertisch, que também assina os teclados e backing vocals, o guitarrista pernambucano Fred Andrade, o baterista Odílio Saminêz e o baixista Kelvin Farias.
 
A música Janelas de Vidro já é bem conhecida pelo público sergipano e sempre solicitada nos shows do artista, foi uma composição dedicada ao seu filho, João, “para que ele não visse a vidas passar pelas telinhas de vidro dos aparelhos eletrônicos, e soubesse que na vida real as coisas tem cheiro, o orvalho é frio, e os pés quando tocam a terra, isso sim é a vida na mais alta definição” diz o artista, levantando a bandeira de uma vida mais ativa e saudável para nossas crianças.
 
Sobre o videoclipe que foi lançado no dia 24/09/2021 em seu canal no YouTube o artista afirma que “é uma grande emoção produzir esse primeiro registro audiovisual do meu trabalho de forma quase que familiar, com a direção da minha irmã, e com atuações do meu filhinho e do meu pai, unindo três gerações da família Mendonça no mesmo projeto.”
 
Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Tolstói, Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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