Neisseria faz desabafo punk sobre os rumos do país em single

Em tempos de CPI da Covid, muitas vezes nos perguntamos como conseguimos chegar tão fundo dentro do poço. Com essa imagem de uma loucura coletiva que dominou o país, a banda paulista Neisseria lança “Sanatório”, um pesado single que une punk e hard rock como um grande desabafo. A faixa está disponível em todas as plataformas de música digital e acompanha ainda as canções “Tóxico” e “Baba de Buxixo”.

Ouça “Sanatório”: https://smarturl.it/SanatorioNeisseria 

“‘Sanatório’ explicita o posicionamento da banda; mas também fala a necessidade de respirar um pouco de boas novas, tratado por parte do tribunal da internet como positividade tóxica, o que não auxilia na construção de uma ponte para passarmos por esses tempos”, reflete o baterista e vocalista Leandro Isola.

Além dele, a banda conta em sua formação atual com Du Oliveira (baixo e vocal) e Gabriel Plaza (guitarra). A Neisseria começou a sua trajetória em 2002, na cidade de Ribeirão Preto. Após um longo hiato, o grupo se reuniu em 2015 e com uma nova formação passou a frequentar o circuito de rock underground da capital paulista. Atualmente eles trazem em sua bagagem, dois EPs, um álbum ao vivo e uma série de singles.

Marcando a nova fase e formação, “Sanatório” revisita a sonoridade mais direta e crua do primeiro EP do power trio e das bandas que os inspiraram. As três faixas estão disponíveis em todos os serviços de streaming de música.

Ouça “Sanatório”: https://smarturl.it/SanatorioNeisseria 

Ficha técnica:
Produção musical, mix e master: Rafa Adami 
Arte de capa: Alexandre Kool
Produção de conceito: Leandro Isola
Apoio: PANE Assessoria, Soul7Studio, Vault22Agency

Siga Neisseria:
www.facebook.com/neisseriaoficial
www.instagram.com/neisseriaoficial
www.youtube.com/neisseriapunkrock

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café e averso a picanha, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

seja o primeiro a comentar

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *