Novo EP “Hipocrisia a gente vê por aí” da capixaba The Solitaryman Monoband

“Hipocrisia a gente vê por aí”, novo EP do homem que toca tudo sozinho e faz um barulhão da porra! Punk, tosco, desafinado e com muita vontade de tocar e de vez em quando mandar o presidente tomar naquele lugar. Esse é o The Solitaryman Monoband.

Como uma forma de passar o tédio que veio com o isolamento social, a monobanda capixaba The Solitaryman Monoband aproveitou pra criar, produzir e por em prática tudo o que a falta de tempo não permitia antes.

Logo no início do isolamento social, em abril, lançou o EP “Um punkynho eum violão”, um disco de versões folk para clássicos do punk nacional.Versões inusitadas de bandas como: Ratos de Porão, No Violence, Discarga,Mukeka di Rato, Cólera,etc.(pode ser conferido no Bandcamp).

Deu início também ao projeto semanal “Punk Rock Quarentena Sessions”,onde todas as segundas e quartas posta um vídeo de algum cover punk, versões punk e músicas autorais em suas redes sociais.
Lançou em junho o single “Bozo” em formato liryc vídeo, que foi muito bem aceito pelo público.

Agora lança seu 5o EP. Com letras atuais onde expõe a hipocrisia do ditos cidadãos de bem.Seguindo a máxima punk do It yourself o EP conta com 4 novas faixas (incluindo a faixa Bozo) e 2 faixas remasterizadas do EP anterior.Foi todo produzido em casa, com a ajuda de um gravador portátil Tascam e
muitas gambiarras que deixaria até o Macgyver com inveja!

Junto o EP vão ser lançados lyric vídeos de todas as canções.Dia 12/agosto vai ser lançado o primeiro vídeo da faixa “Nobre Cidadão” escrita em parceria com Alyne Pirovani(banda HEY!) Que pode ser acessada aqui:

Links:
EP Hipocrisia a gente vê por aí:
 
Redes sociais:
Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café e averso a picanha, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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