O universo paralelo dos fanzines de Márcio Sno

Falar sobre zines, sempre é uma satisfação sem fim, ainda mais quando se encontra um livro repleto de referências e dicas, como O Universo paralelo dos zines de Márcio Sno.

Histórias sobre o começo dos zines no Brasil, como fazer e de que forma distribuir, são capítulos extremamente divertidos e úteis para quem vai se enveredar na escrita de um zine, onde a mesma pessoa faz tudo; é editor, escritor, desenhista ou o “cara que faz colagens”, distribuidor e patrocinador.

O Universo paralelo dos Fanzines
Foto por Ugra Press

O ato de libertar textos, crônicas, contos, artigos e resenhas da gaveta, é inspirador.É força motriz que move qualquer zineiro, a gastar uma grana com correios, impressões e entre outros gastos, para que simplesmente seu zine seja lido por alguém.

Fora alguns relacionamentos que surgiram através da troca de correspondências, de zines que cruzaram o Brasil e trouxeram não só mais conhecimento, mas também laços entre zineiros.

Foto por Ugra Press
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Aliás é importante enfatizar, que os produtores de fanzines, acabam sempre ligados a profissões criativas, ou tornam-se jornalistas, designers, artistas gráficos, músicos, escritores e etc (segundo Márcio Sno).

Se você é zineiro ou vai enveredar por este caminho, adquira um exemplar para adquirir e complementar informações a respeito de fanzines e conhecer  mais zines; onde encontrar produtores, lojas e links, o livro é um bom investimento, para quem está na vibe de escrever e não teve o insight ainda, fica a dica.

Foto por Ugra Press
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“Faça você mesmo, faça pra entender, crie um mundo novo (Redson Pozzi)”

Para conhecer mais sobre o autor, assistam o documentário Fanzineiros do Século Passado – Capítulo 1 from Márcio Sno on Vimeo.

 

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café e averso a picanha, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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