Romulo Fróes encerra o projeto “Agora é minha voz” com show do álbum “O Disco das Horas” na íntegra

Ministério do Turismo, Secretaria Especial da Cultura, Lei Aldir Blanc e Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, apresentam: Agora É Minha Voz, com o prolífico cantor e compositor Romulo Fróes. O artista sempre fez de suas canções crônicas urbanas e modernas. Agora, elas fazem de palco a cidade que as inspirou: São Paulo surge em uma série de shows onde o artista toca na íntegra destaques de sua discografia, com seis álbuns ganhando vida em prédios ou espaços públicos da capital paulista. Os vídeos foram exibidos no YouTube do artista ao longo dos meses de março e abril e, no dia 29/04, “O Disco das Horas” marca a última transmissão.

“Agora É Minha Voz” dá vida a uma série de shows online, com Fróes cantando e tocando no violão os repertórios de seus discos totalmente autorais: “Calado” (2004), “Cão” (2006), “No Chão Sem O Chão” (2009), “Um Labirinto Em Cada Pé” (2011), “Barulho Feio” (2014) e “O Disco Das Horas” (2018). É um mergulho íntimo na composição de cada canção em vídeos realizados nas ruas e edifícios de São Paulo. Os registros contrapoem esse desnudamento do processo artístico e autoral com a rigidez e monumentalidade da cidade através do olhar do diretor Luan Cardoso.

A programação começou com “Calado”, gravado em um apartamento no 29º andar do edifício Copan, seguido por “Cão”, com vídeo realizado em um edifício em construção no bairro Itaim Bibi. No Chão sem o Chão” foi gravado no ateliê do artista plástico e parceiro de Romulo, Nuno Ramos, no bairro do Cambuci; “Um Labirinto em Cada Pé”, registrado na Associação Escola da Cidade, escola de arquitetura e urbanismo no centro de SP; “Barulho Feio”, gravado no Centro de São Paulo, entre a Praça da República e a Catedral da Sé; e encerrando com “O Disco das Horas”, com o show feito no Andar43, espaço de exposição no 43º andar do Edifício Mirante do Vale no Anhangabaú, o edifício mais alto de São Paulo. 

O projeto revisita e celebra a carreira de um dos artistas e compositores mais renomados da atual geração da música brasileira. Além de seus oito discos solo, Romulo Fróes também lançou três álbuns com o grupo Passo Torto, do qual participa junto com Kiko Dinucci, Rodrigo Campos e Marcelo Cabral, sendo o mais recente em parceria com Ná Ozzetti, além de um disco em parceria com o cantor e compositor César Lacerda. 

Suas composições já foram gravadas por diversos artistas como Elza Soares, Jards Macalé, Ná Ozzetti, Juçara Marçal, Nina Becker, Mariana Aydar, Jussara Silveira, Bruno Morais, Juliana Perdigão, Rodrigo Campos, Filipe Catto, Manuela Rodrigues, Mona Gadelha, entre outros. Atuante na cena musical independente do país, realiza documentários, trilhas sonoras, curadorias musicais, produção, direção de discos e shows de outros artistas, além de publicar textos sobre a música brasileira. Muito influenciadas pelo samba, e ao mesmo tempo conectadas a uma grande variedade de manifestações musicais do país, suas canções passeiam pelo limiar entre o cerebral e o emocional.

As apresentações estão disponíveis no canal de YouTube oficial do artista: https://www.youtube.com/romulofroes71 

Ficha técnica
Voz e violão: Romulo Fróes
Coordenação de produção e design: Mariana Mansur (QTV / Mirã Design)
Direção, Fotografia, Câmera e Edição: Luan Cardoso
Direção de fotografia e Câmera: Marina Casagrande
Produção de set e assistência: Rodrigo Tamassia
Segundo assistente: Beatriz Dantas
Captação de Som: Anna Vis
Mixagem de Som: Renato Godoy
Assessoria de Imprensa: Build Up Media

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café e averso a picanha, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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