WRY antecipa novo disco com single e clipe “Where I Stand”

Ampliando o universo do seu rock alternativo influenciado pelo shoegaze e pós-punk, WRY começa a revelar os tons de seu sétimo álbum, “Reviver”. Compondo ora em Inglês, ora em Português, a banda de Sorocaba (SP) revela agora o primeiro single do novo trabalho. “Where I Stand” é um power-pop cheio de cores que fala sobre dúvidas, melancolia e esperança. A canção está disponível para streaming e ganha um clipe.

Assista ao clipe “Where I Stand”: https://youtu.be/RSbCDINX9N8
Ouça “Where I Stand”: https://ditto.fm/where-i-stand-wry

WRY olha para o futuro de forma nostálgica – daí o nome do disco. “Where I Stand” é uma canção solar e enérgica e ganha um vídeo que traz essas cores à tona. O clipe foi dirigido por Alex Batista, responsável por trabalhos de Luis Fonsi, NX Zero, Luan Santana, Michel Teló, Fresno, entre outros, e foi filmado em uma pista de aviões na região de Sorocaba. A câmera acompanha os músicos andando de bicicleta, como se estivessem revivendo a infância e tentando deixar de lado a imprevisão do segundo ano pandêmico.

Além de “Where I Stand”, “Reviver” trará outras nove faixas, também inéditas nas principais plataformas, em um apanhado de composições colecionadas ao longo dos anos e que ganharam forma entre março e maio de 2021 no próprio estúdio da banda.

O novo disco vem para somar à trajetória de WRY, banda atuante na cena nacional e que já viveu em Londres entre 2002 e 2008, onde tocou com The Subways, The Cribs, Ash e The Joy Formidable. Também trabalhou com Tim Wheeler (Ash) e Gordon Raphael (The Strokes). No Brasil, tocaram com diversas bandas importantes como Make Up, Superchunk, Ira!, Inocentes, Jota Quest e Júpiter Maçã. Passaram por festivais como o goiano Bananada (2017) e o espanhol Primavera Sound (2015), fizeram uma mini turnê em Portugal, e também retornaram a Liverpool e Londres, tendo todos os ingressos vendidos no prestigiado The Lexington.

Em 2020 lançaram o disco “Noites Infinitas”, o qual entrou em dezenas de listas de melhores do ano, top 10 de vários programas de rádios brasileiras e norte-americanas e levou o prêmio Dynamite de Melhor Lançamento Indie de 2020. WRY é Mario Bross (vocal, guitarra e synth), Luciano Marcello (guitarra e backing vocal), William Leonotti (baixo e backing vocal) e Ítalo Ribeiro (bateria e backing vocal).

Além do trabalho mais recente, os músicos trazem na discografia “She Science” (2009), “National Indie Hits” (2008), “Flames in the Head” (2005), “Heart-Experience” (2000) e “Direct” (1998), além de três EPs e diversos singles.

Agora, WRY está pronto para a próxima fase de sua trajetória. “Reviver” será lançado em breve. Enquanto isso, é possível conferir “Where I Stand” nas plataformas de música e no canal de YouTube da banda.

Assista ao clipe “Where I Stand”: https://youtu.be/RSbCDINX9N8
Ouça “Where I Stand”: https://ditto.fm/where-i-stand-wry

Ficha técnica
Produzido por Mario Bross.
Gravado no estúdio Deaf Haus, em Sorocaba, Brasil, por João Antunes e Luciano Marcello.
Assistente de estúdio e gravação, William Leonotti.
Mixado e masterizado por João Antunes.
Foto da capa do single: Juliana Torres.
Design: Mario Bross.

Letra
I’m going through this thing in my head
Love is here but she is in despair
I can see her in the shadows
She’s waving in slow motion
I’ll bring her back
Down down the road
A cold and lonely soul
Going around the world
Don’t go, don’t go, don’t go
Please stay home with me tonight
The Sun has found the night I don’t care
I’m drawing lines I’m glad I am aware
Here she comes back to my life
I see flowers growing back where I stand

Acompanhe a banda:
Spotify: https://bit.ly/WRYonSpotify
Deezer: https://bit.ly/WRYonDeezer
Tidal: https://bit.ly/WRYonTidal
Youtube: https://www.youtube.com/c/WRYMUSIC/
Bandcamp: https://mondowry.bandcamp.com/
Twitter: https://twitter.com/wry
Instagram: https://www.instagram.com/wrymusic/
Facebook: https://www.facebook.com/WRYMUSIC

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Tolstói, Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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