6º Moagem Rock completa 1 ano de amizades, de shows e união

Dia 24/10, com um friozinho de dar gosto, que não demorou muito para ir embora, ficou para trás depois da primeira apresentação, que ficou a cargo do Damiantoni, que ensinou como fazer uma boa apresentação apenas com violão e voz, destaque para todos os covers do Radiohead.

Na sequência o Churumi, derrubou literalmente, todos os tonéis empilhados do local, com a nova pegada da banda, mais pesados do que nunca, abriram com um som instrumental destruidor. Coisa que só o mestre dos magos,  faz por vocês.

Churumi

A terceira banda, foi o duo Crasso Sinestésico, contando com Alessandro Kataoka na formação, mais rápido e viajado que nunca, o duo chamou a atenção com a nova sonoridade e caminhos trilhados. Ainda este ano rola um EP destes caras, aguardem que vem coisa boa por aí.

Crasso

Crasso Sinestésico

crasso3

 

Sinal Red já faz parte do time da casa, com New Metal engajado e extremamente pesado, música cristã com peso na região, é sinônimo de Sinal Red.

Sinal Red

 

The Lost Lions, conseguiu deixar a noite muito bonita, não só pelo stonner pesado e coeso, mas por ter iluminado e criado um cenário no 6º Moagem Rock, com projeções, fazendo com que show fosse algo maior, um espetáculo visual, em resumo foi um show à parte.
The Lost Lions

The Lost Lions

Desgraçado, monobanda do Marcio Christofoletti de Campinas, fez com que todos dançassem com o punk rock garageiro cheirando ao The Sonics, com Big Muff no talo, show lindo, até a peruca foi massa,hauhuh!!!

Desgraçado

Desgraçado

Para terminar a noite trincando a cabeça, Orgasmo de porco arremessou lutadores de sumô, com seu crossover velosíssimo, fazendo com que a roda de pogo fosse incendiada por caçadores de bruxas e adoradores do Nirvana, recitando Smell Like a Tenda Espírita.

Orgasmo de porco

Orgasmo de porco

Agradecimentos a todas as bandas, aos amigos, aos inimigos, aos cães e todas as outras formas de vida, concretas e abstratas, por realizar este festival, até a próxima.

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café e averso a picanha, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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