Chico Salem e Zeca Baleiro estão juntos na inédita “Sangue”

Chico Salem lança, nesta sexta, dia 5, o single inédito “Sangue”, que chega em parceria com Zeca Baleiro. A composição é assinada pelo artista e Arnaldo Antunes. 

Em um momento complexo que vive o Brasil, a canção foi escrita antes do início da pandemia. Lançada após um ano, a letra permanece atemporal, e o público poderá sentir uma familiaridade com o momento atual. 

“Essa canção reflete nossa indignação, com todo o descaso que nosso país tem com questões que nos perseguem desde a colonização. Infelizmente, no Brasil as canções de protesto seguem sempre atuais e pertinentes ao momento em que vivemos. Parece que foi escrita para a pandemia”, reflete Salem.

Parceiros de longa data, o artista conta sobre a composição conjunta: “‘Sangue’ é fruto de mais uma parceria minha com esse grande artista, Arnaldo Antunes. Mandei a melodia para ele e, em menos de uma semana, me devolveu com essa letra certeira, cirúrgica e pungente.”

Já a união nos vocais com Zeca Baleiro, “Ao mostrar a canção, ele adorou e teceu infinitos elogios à forma que foi composta, despertando o desejo de convidá-lo para cantar comigo. Embora ele não seja compositor, sinto que agregou de maneira maravilhosa, emprestando sua voz a esse coro de denúncia e protesto”, finaliza.

A produção musical da faixa foi assinada por Estevan Sinkovit e Ricardo Prado. “Sangue” estará disponível em todas as plataformas digitais e pode ser ouvida aqui: https://ingroov.es/sangue

Ficha técnica:

Sangue (Chico Salem/Arnaldo Antunes)
Voz – Chico Salem
Voz – Zeca Baleiro
Bateria – Marcelo Effori
Baixo e Guitarras – Estevan Sinkovitz 
Produção Musical – Estevan Sinkovit e Ricardo Prado
Mixagem – Ricardo Prado
Masterização – Felipe Tichauer
Arte – Fábio Miki
Distribuição: Selo Baila. 

Acompanhe o artista: https://www.instagram.com/chicosalembr/

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café e averso a picanha, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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