Maio Cultural 2015 – Olho Seco, Galinha Preta, Ranho e Lesão Corporal

Nesta última sexta-feira, 01/05 (dia do trabalho) foi iniciada as primeiras atividades do Maio Cultural em Bragança Paulista, que foi aberta por Lesão Corporal, banda de punk rock com pegada das bandas de Brasília dos anos 80, como Aborto Elétrico e Capital Inicial (fase inicial).

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Na sequência a Banda Ranho, também de Bragança Paulista, com forte influência do Thrash dos anos 80, derrubou tudo abaixo, “a última vez que recordo ter visto uma Stratocaster com Single Coil soando tão pesada, foi quando assisti o Elma tocando na Casa 30. Mas o Ranho surpreendeu, demonstrando técnica e coesão em suas canções.

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Na sequência o destaque da noite, direto de Brasília, O Galinha Preta, que conta com o arqui-inimigo, Frango nos vocais e efeitos, deu uma aula de como se faz um show excepcional. Tocaram clássicos como Padre Baloeiro, UNB, Urso Polar, Lactobacilos e Ninguém neste mundo é porra nenhuma, só para citar algumas canções. A banda Galinha Preta surgiu em 2002. Com um som direto, rápido e pesado remetendo as suas influências de Punk/Hardcore e Grindcore.

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E por último o headliner da noite, Olho Seco, comemorando 35 anos de estrada, dispensa comentários. Apesar de ter trocado a banda inteira, continua com som mais agressivo que nunca. Fábio liberou o microfone inúmeras vezes para que todos cantassem, parecia uma Gig punk das antigas. Botas, fuzis, capacetes, Que vergonha e Isto é Olho Seco, ensandeceram à todos que estavam ali, contando os segundos para ver o Olho Seco.

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Em resumo, noite divertida com os amigos, que os outros eventos sejam tão divertidos e que consigam agregar valores culturais a todos estes garotos e pessoas que participaram deste evento. Bragança Paulista está de parabéns como sempre.

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café e averso a picanha, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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