Tagua Tagua lança versão ao vivo de 2016

Sucessor dos EPs Tombamento Inevitável (2017) e Pedaço Vivo (2018), Inteiro Metade é o primeiro disco do projeto Tagua Tagua, lançado no final do ano passado em uma parceria com a Natura Musical no Brasil (através da Lei de Incentivo à Cultura com financiamento pelo Governo do Estado – Secretaria da Cultura, Turismo, Esporte e Lazer – Pró-cultura RS LIC, Lei n.o 13.490/10) e com o selo espanhol Costa Futuro, na Europa. Impedido de realizar shows devido à situação pandêmica no mundo todo, o projeto, liderado por Felipe Puperi, registrou o álbum ao vivo e divulga hoje (27) uma versão da faixa 2016. Assista aqui.

A session, que tem direção de Guillermo Calvin, e será lançada em junho, é o que Felipe chama de “braço audiovisual” do disco. São as nove músicas de Inteiro Metade na sequência através de um olhar curioso da câmera, que leva o espectador a passear entre os instrumentos e provoca um sentimento de proximidade com o artista. “As apresentações online nunca vão substituir um show presencial, mas acredito que é possível driblar este momento tão difícil com criatividade”, diz o compositor e produtor musical.

2016

2016 foi, de fato, composta e gravada em 2016. “Eu apenas regravei algumas coisas e fiz pequenas modificações no arranjo para casar com o disco. Escolhi a faixa para essa sequência, pois faria sentido ter um momento nostálgico de reflexão no álbum. É uma balada, que traz uma certa melancolia e tristeza na aceitação de ressignificar uma outra pessoa”, comenta.

Europa 2021

Uma vez que a situação pandêmica está mais controlada na Europa, Felipe conta que tem estudado a possibilidade de agendar uma turnê para lançamento do álbum em alguns países europeus, como Portugal, Espanha e Alemanha. “Sinto que a possibilidade de realizar os shows na Europa, antes do Brasil, está ficando cada vez mais real. Não vejo a hora de voltar a Portugal, onde me apresentei em Lisboa e no Porto, em 2019, e de conhecer novos públicos em outros países”.

Inteiro Metade foi selecionado por Natura Musical, por meio da lei estadual de incentivo à cultura do Rio Grande do Sul (Pró-Cultura), ao lado de Vitor Ramil, Zudizilla e Tem Preto no Sul, por exemplo. No Estado, a plataforma já ofereceu recursos para 30 projetos até 2019, como Filipe Catto, Bloco da Laje, Borguetti e Yamandu, Musa Híbrida, Sons que Vem da Serra e Thiago Ramil.

“Os curadores de Natura Musical selecionaram o projeto Tagua Tagua, de Felipe Puperi, por entenderem que a obra do artista gera impacto positivo ao contribuir para discussões socioculturais importantes para a construção de um futuro melhor para todos nós”, diz Fernanda Paiva, Head of Global Cultural Branding. “Desde 2014, o edital já ofereceu recursos para 30 projetos no Rio Grande do Sul, como Dingo Bells, Bloco da Laje, Supervão e Musa Híbrida”, complementa

ASSISTA 2016 AQUI

 

FICHA TÉCNICA:

Direção: Guillermo Calvin
Direção de Fotografia e Câmera 1: Manoel Andrade
Câmera 2: André Manfrin
Assistente de Câmera: Tiago Laje
Iluminador: Grissel Piguillem
Direção de Arte: Thabata Picasso
Produção de Set e Montagem: Renan Queiroz
Produção Executiva: Caroline Zitto
Colorista: Bruno Trindade
Captação de Som: Rafael Gonzalez e João Hsia
Bateria: Leo Mattos
Baixo e Synth Bass: Rafael Findans
Guitarra, Piano Elétrico e Sintetizadores: João Augusto Lopes
Guitarra e Voz: Felipe Puperi
Trombone: Fabio Oliva
Trompete: Reynaldo Izeppi
Sax Tenor: Mauro Oliveira
Estúdio: Croata

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DISCOGRAFIA:

Tombamento Inevitável (EP – 2017)
Te Vi (single – abril/2018)
Preso no Amanhã (single – junho/2018)
Pedaço Vivo (EP – 2018)
Inteiro Metade (álbum – 2020)

SOBRE TAGUA TAGUA

No final de 2017, Felipe Puperi, compositor e produtor musical gaúcho, deu início ao seu projeto solo chamado de Tagua Tagua, radicado em São Paulo. Desde então, já lançou os EP’s Tombamento Inevitável (2017) e Pedaço Vivo (2018) e viu seu nome como uma das promessas da música brasileira. Atualmente, se prepara para lançar o primeiro disco, Inteiro Metade, em parceria com a Natura Musical. Tagua Tagua também se destaca qualidade nos clipes que produz. Os vídeos de Rastro de Pó e Desatravessa chamam a atenção por suas impressionantes narrativas e fotografia. 

 

Vocalista e compositor do Wannabe Jalva por sete anos, banda que esteve no Lollapalooza 2013, Felipe abriu shows de Pearl Jam, Jack White e já foi destaque na KCRW, NY Times, Stereogum, Brooklyn Vegan e WFUV. Como Tagua Tagua, já passou por diversas cidades brasileiras, entre elas, São Paulo, Porto Alegre, Rio de Janeiro e por festivais de música pelo Brasil como Fervura Feira Noise, Suíça Bahiana e MECA Maquiné.

Em 2019, além de ter realizado shows na cidade de Lisboa e Porto, em Portugal, também fez sua primeira turnê nos Estados Unidos, onde se apresentou no Brasil Summerfest NYC, abriu dois shows para The Growlers e tocou no Baby’s All Right, famoso reduto de músicos localizado no Brooklyn. Além disso, emplacou o single Peixe Voador na trilha do FIFA 2020, jogo da EA Sports, e em 2020 lançou o seu álbum de estreia, Inteiro Metade, que estampou as principais listas de melhores do ano, incluindo a da APCA – Associação Paulista de Críticos de Arte. O lançamento aconteceu no Brasil pela Natura Musical e na Europa pelo selo espanhol Costa Futuro.

SOBRE NATURA MUSICAL 

Natura Musical é a principal plataforma de patrocínio da marca Natura. Desde seu lançamento, em 2005, o programa investiu cerca de R$ 143 milhões no patrocínio de 460 projetos – entre CDs, DVDs, shows, livros, acervos digitais, documentários e projetos de fomento à cena. Os trabalhos artísticos renovam o repertório musical do País e são reconhecidos em listas e premiações nacionais e internacionais. Em 2020, o edital do programa selecionou 43 projetos em todo o Brasil. A plataforma digital do programa leva conteúdo inédito sobre música e comportamento para mais de meio milhão de seguidores nas redes sociais. Em São Paulo, a Casa Natura Musical se tornou uma vitrine permanente da música brasileira, realizando apresentações online, bate-papos e conteúdos exclusivos ao longo de 2020.

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café e averso a picanha, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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