O Livro Amarelo do Terminal – Vanessa Barbara – Um pouquinho do Tietê

Curiosidade é algo nato do ser humano, mas imaginem saber a respeito de milhares de pessoas que circulam no terminal rodoviário gigantesco, de uma das maiores cidades do mundo.

O terminal Tietê é imenso e até tem vida própria, com personagens pitorescos do cotidiano.Seguindo este raciocínio, a monografia do curso de jornalismo, que tornou-se, O Livro Amarelo do Terminal  da Vanessa Barbara.

Onde as vidas confundem-se com a construção do Terminal Tietê, estórias e causos, de norte a sul do país, que se perdem no tempo, dentro do amontoado de pilastras de concreto.

Histórias de funcionários: Cintia, Rosangela, Marcos, ‘’voz mais bonita do terminal’’, Augusta (que limpa os banheiros e corredores e fica no balcão de cobrança do banho) e vários outros funcionários que surgem no livro.Pessoas que aguardam ansiosamente embarque para suas cidades distantes.Um misto de ansiedade, frustrações  e felicidade.

Vanessa Barbara

O Livro Amarelo do Terminal  da Vanessa Barbara é um aglomerado de belas estórias.Uma coletânea de crônicas e impressões da autora, durante seu período de pesquisa no Terminal Tietê, no início dos anos 2000. Uma epopeia seguida de relatos de funcionários, passageiros, motoristas, antigos jornais e documentos sobre o terminal rodoviário.

 

FICHA TÉCNICA:

Título: O Livro Amarelo do Terminal
Autor: Vanessa Barbara
Projeto gráfico: Elaine Ramos , Maria Carolina Sampaio
Coordenação: Cassiano Elek Machado
Revisão: Raul Drewnick, Regina Pereira
Editora: Cosac Naify
Ano: 2008
Idioma: Português
Especificações: Brochura | 254 páginas
ISBN: 978-85-7503-236-7
Papel e impressão (miolo): Papel copiativo e copel amarelo
Peso: 230g
Dimensões: 210mm x 140mm

Diego Fernandes Escrito por:

Bebedor desenfreado de café e averso a picanha, Diego é desenvolvedor front-end e professor. É o fundador do Duofox. Na literatura não vive sem os russos Dostoiévski e Anton Tchekhov e consegue "perder" tempo com autores da terra do Tio Sam, Raymond Chandler e Melville. Acredita que a arte de maneira geral é a única forma de manter o ser humano pelo menos acordado, longe do limbo que pode levar a humanidade à Encruzilhada das Almas.

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